Ontologias

Julho 6, 2008

A Indiferença nos nossos dias …

Arquivado como: Leituras & Reflexões — enfermped @ 7:24 pm

“Seja como for, a indiferença dos nossos dias está a corroer-nos as entranhas…

Tinha 49 anos de idade e morreu na sala de espera de um hospital americano perante a indiferença de pacientes e funcionários. Um dos maiores perigos a que os doentes mentais estão expostos é a desvalorização de algumas das suas queixas orgânicas, muitas vezes, interpretadas como expressões da doença mental. Na verdade, os doentes mentais também podem ter doenças de outro foro e, como se percebe pela história desta americana, necessitar de cuidados médicos emergentes”.

In Avenida Central

um blog interessante a visitar…

RS

Junho 1, 2008

As palavras inter(ditas) por Mário Viegas …

Arquivado como: Leituras & Reflexões, Lembranças, Perspectivas — enfermped @ 1:30 pm
As Palavras Interditas de Eugénio de Andrade
ditas por Mário Viegas
Os navios existem e existe o teu rosto
encostado ao rosto dos navios.
Sem nenhum destino flutuam nas cidades,
partem no vento, regressam nos rios.
Na areia branca, onde o tempo começa,
uma criança passa de costas para o mar.
Anoitece. Não há dúvida, anoitece.
É preciso partir, é preciso ficar.
Os hospitais cobrem-se de cinza.
Ondas de sombra quebram nas esquinas.
Amo-te… E abrem-se janelas
mostrando a brancura das cortinas.
As palavras que te envio são interditas
até, meu amor, pelo halo das searas;
se alguma regressasse, nem já reconhecia
o teu nome nas minhas curvas claras.
Dói-me esta água, este ar que se respira,
dói-me esta solidão de pedra escura,
e estas mãos nocturnas onde aperto
os meus dias quebrados na cintura.
E a noite cresce apaixonadamente.
Nas suas margens vivas, desenhadas,
cada homem tem apenas para dar
um horizonte de cidades bombardeadas.

In Revisitar a Educação, UM BLOG que visito regularmente…

RS

Maio 22, 2008

Será a eutanásia moral?

Arquivado como: Anuncios, Bioética, Perspectivas, Reflexões — enfermped @ 7:00 am

Uma questão antiga mas sempre pertinente que tem aberto caminho

a confrontos, controvérsias, dúvidas, filmes que irá ser debatida no dia 29 de Maio no Auditório da ESOB, colocado no QUALIA

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e mais

Sem esquecer este …

nem este …

e ainda este …

e mais este …

Ecos da Palestra do dia 29 de Maio

QUALIA um blog de um professor de filosofia no qual os alunos partilham livremente e conscientemente as suas opiniões, UM BLOG A VISITAR …

RS

Maio 19, 2008

O Planeta Azul …

Arquivado como: Leituras & Reflexões, Perspectivas — enfermped @ 10:15 am

Golfo do México visto do Espaço

“É NESTA TERRA, O PLANETA AZUL, envolta nos farrapos brancos das nuvens, que reside tudo o que temos: o ar que respiramos, a água que bebemos, o chão que pisamos e nos dá o pão. É só com isto que contamos para viver. É, pois, fundamental, conhecer melhor esta nossa casa que nos transporta através da imensidão do espaço, à velocidade de 30km por segundo.

O nosso Planeta, velho de quase quatro mil e seiscentos milhões de anos, lar da biodiversidade, incluindo a humanidade inteira, não foi sempre como hoje o conhecemos. Esta nossa Terra é o resultado de uma longa e complexa evolução, e o homem é o fruto mais jovem dessa mesma evolução, numa cadeia imensa de inter-relações em que participaram as rochas, a água, o ar e todos os seres vivos. Assim, interessa ao cidadão conhecê-la melhor, a fim de bem avaliar os problemas que se lhe põem no seu relacionamento com o ambiente natural.

O grau de complexidade a que chegámos foi crescente desde o início do tempo, isto é, nos treze a quinze mil milhões de anos de existência do Universo que julgamos conhecer. Das partículas primordiais passou-se aos átomos e, só depois, às moléculas, cada vez mais complexas.

A partir destas, a evolução caminhou no sentido das células mais primitivas, que fizeram a sua aparição na Terra há mais de três mil e oitocentos milhões de anos, através de uma cadeia abiótica de estádios progressivamente mais elaborados, onde o ensaio e o erro tiveram a seu favor 75% ou mais dessa enormidade de tempo.

Dos seres unicelulares mais rudimentares aos primeiros metazoários, surgidos há seiscentos a setecentos milhões de anos, foi consumido mais cerca de 20% desse mesmo tempo. Restou, pois, pouco mais de 5% para que, numa nova cadeia de complexidade crescente e a ritmo cada vez mais acelerado, se caminhasse dos invertebrados primitivos ao Homem.

Do nosso aparecimento no Planeta Azul, onde ocupamos o topo da escala biológica, aos dias de hoje, foi um passo de apenas 0,000 1% do tempo universal da criação. Face à eternidade que falta cumprir a este nosso planeta, estimada em mais alguns milhares de milhões de anos, a presença do Homem na Natureza é ainda extraordinariamente curta, insignificante e, portanto, passível de erro e de extinção, como aconteceu com inúmeras espécies.

A Terra, no quadro em que se nos apresenta hoje, é o resultado de um sem número de agressões sofridas ao longo da sua velhíssima história. Contudo, ela é um sistema dinâmico que se auto-regula e, como tal, tem sabido encontrar resposta a todas essas vicissitudes e vai, sem dúvida, continuar a fazê-lo.

O dano que lhe podemos causar, no mau uso que dela fizermos, é mudar-lhe as condições que nos são favoráveis e que bem conhecemos, dando origem a outras que nos poderão ser altamente adversas. Assim, ao maltratá-la, o Homem está a atentar também contra si próprio, contra a humanidade.

Porém, o planeta irá prosseguir, mesmo sem a nossa inteligência, e acabará por encontrar novos caminhos, podendo voltar a criar um outro ser inteligente ou, até, mais inteligente do que esta versão moderna e egoísta de Homo sapiens, que somos nós.

Para tal só necessita de tempo, de muito tempo, e isso não lhe irá faltar”.

«Público» de 23 Abr 08
Um blog interessante onde cientistas, escritores, jornalistas e autores dão largas à sua imaginação… UM BLOG que não devemos deixar de visitar continuamente: Sorumbático
RS

Maio 11, 2008

A leveza da existência … ou a “máscara” do individualismo?

Arquivado como: Perspectivas, Reflexões — enfermped @ 7:20 am

Em 1998, nos EU, a existência de um texto denominado “Filtro Solar”, surgiu como se fosse um manifesto de origem desconhecida. Este texto espalhou-se pela Europa e provocou nuns uma miragem centrada nos anos 60, em outros uma visão de vida despreocupada, alheia aos problemas de isolamento da nossa sociedade, sob uma certa “máscara” individualista, que pretende passar despercebida.

Nele as palavras trazem uma mensagem “o viver do dia-a-dia”, aconselhando viver um dia de cada vez e depois logo se vê… , muito direccionada para a juventude numa sociedade, cada vez mais, envelhecida …

O texto ganhou alguma notoriedade quando foi transformado num clip assinado pela agência DM9 que uniu milhares de imagens aleatórias dos seus arquivos.

O YouTube sabiamente aproveitou a mensagem que ainda toca alguns de nós, pelas mensagens que tenta transmitir, entre as quais, a sabedoria dos momentos simples, a alegria das crianças estampada nos seus rostos, alguma beleza retratada da EXISTÊNCIA DO SER HUMANO acima de estigmas, preconceitos ou dogmas pré-estabelecidos que prevalecem e se acentuaram na nossa sociedade, passados dez anos …

Assista-se à (re)lembrança, se for o caso, no qual as imagens falam mais do que as palavras, verificando que alguns dos sentimentos ganham cor… mas que lhe falta qualquer coisa, na minha modesta opinião, isso falta … or not? … enfim perspectivas.

RS

Maio 9, 2008

A propósito de estrutura…

Arquivado como: Leituras & Reflexões — alexsousa @ 8:28 am

 

Para construir ontologias ditas de “alta qualidade”, são necessárias tecnologias de avaliação. Actualmente, a maior parte dos métodos de avaliação concentram-se na sintaxe que garante a exactidão e integralidade da ontologia. O principal objectivo desses métodos de avaliação é o de impedir que, a partir de aplicações computacionais se faça uso de ontologias que são inconsistentes ou estão incorrectas. Durante os últimos anos, foram publicados estudos que chamam a atenção para o significado das estruturas comuns entre ontologias, as quais são análogas umas às outras. No entanto, poucos estudos se concentram na estrutura interna da ontologia. Uma ontologia, vista como representação do conhecimento, deveria ter uma estrutura similar ao domínio a cujo conhecimento se refere. Além disso, uma ontologia possuidora de estrutura bem organizada irá ser mais fácil de compreender, aprender, aplicar, e reutilizar. Assim, existem desafios interessantes, com base na disciplina da estatística e na teoria dos grafos, para criar métodos de avaliação alternativos, sobre a qualidade de uma ontologia, a partir das características da estrutura da ontologia.

 

Ao longo deste texto, a palavra estrutura foi sempre relevada a partir de uma formatação com estilo itálico.

 

Assim, releve-se este texto do Virgílio Machado:

Sunday, March 16, 2008

Actualidades I.46. Dinâmica e «Suporte» Estruturais

[…] há alguns conceitos que parecem englobar e indicar os fenómenos característicos de certas «padrões culturais». O termo estrutura é daqueles que exprimem com bastante adequação da maneira de ser e de interagir de uma sociedade voltada para a previsão, a organização, o planeamento; para a decisão que procede de escolha entre possibilidades e opções ponderadas, numa palavra, de uma sociedade prospectiva, isto é, que tem de estar muito atenta ao que vem, por se situar num momento da trajectória humana particularmente sensível às necessidades de inovação e adaptação activa; a «prospectiva», embora no seu raciocínio se apoie nas vantagens da extrapolação e nos sistemas analógicos, não funda, ao contrário, da «retrospectiva», a acção a desencadear sobre aquelas.

Não admira, assim, que para alguns governar, planificar, já no é tanto «prever» o que se vai passar ou reflectir sobre isso, mas sobretudo «fazer face ao imprevisto», isto é, abrir e preparar o terreno de novas possibilidades reais.

A «estrutura» supõe esta dupla correlação, donde a ambiguidade que comporta. Não sendo estática, como o têm posto em relevo, sistematicamente, os trabalhos da Psicologia Social, refere-se a duas dimensões interconexas: uma, que chamaremos «de conjunto», outra «de participação»; só ambas constituem a dinâmica estrutural. A dimensão de conjunto implica não apenas uma forma organizada, mas um sistema em que estão a descoberto os diferentes canais, zonas e articulações que o definem como este todo «de-terminado». Trata-se de «estrutura», no sentido estrito, em que o seu dinamismo específico é, por assim dizer, posto entre parêntesis. Uma rede ferroviária, a rede dos edifícios escolares, uma construção metálica, poderiam exemplificar como esta dimensão, melhor, como na nossa hipótese de trabalho de compreensão do sistema educacional, «estrutura» indica, de per si, um quadro programado de certas acções, um «suporte-quase-estável» que favorece ou dificulta determinadas actuações.

Simplesmente, não tem sentido aludir a «estruturas», numa acepção dinâmica, se não se mostrar como elemento integrante o lado dimensional de «aquilo que nelas se passa». Isto significa que falar de uma «estrutura», de «andaimes» que rodeiam um edifício em construção, de uma «rede» ferroviária ou escolar, é definir e estabelecer de antemão que haverá «coisas que se vão passar»: pedreiros, pintores, serventes que não são os «andaimes», mas que são implicados por estes; comboios de mercadorias e de passageiros; alunos que terão tantos quilómetros a andar para chegar a tempo (mesmo com mau tempo), ou que terão tempo, quando aos demais faltar, por viverem ao lado da escola; professores que estão instalados na «rede» ou que, pelo menos, têm que ver com as malhas de que é tecida. Este segundo conjunto de acções, embora seja «programável», não se situa no plano anterior da «estrutura-suporte». Tanto assim que vemos «linhas» por onde já não rolam comboios, edifícios onde nada-acontece se não aquilo que lhes vier a acontecer, andaimes que já não são andaimes porque perderam a articulação e são, agora, um montão de «sem vida, até ver». Que sucedeu? Um facto de todos os dias, que nem todos os dias se apalpa, mas que é informante do fenómeno «social» enquanto tal: a esclerose das estruturas. Por isso se nos afigura necessária a distinção que formulámos, embora conduza a uma exigência de atenção reflexiva, como enunciámos.

Ao lado dimensional constituinte de «o que se passa» nas estruturas chamamos textura; as estruturas dinâmicas em que se integra, do ponto de vista do sistema educacional, a dupla dimensão apontada, tendem a ser hoje marcadamente «estruturas de participação».

Podemos compreender que a «dinâmica» em questão resulta e é medida pelo sistema de relações que se instauram entre a «estrutura» (capaz de esclerose) e a «textura» (que sendo força geradora de acção, é igualmente possibilidade de esclerose). Vemos, portanto, como se pode passar de um sistema dinâmico a um sistema inerte, tanto no plano da estrutura, como no da textura. (p. 170-172).

Virgílio A. P. Machadoat 6:41 PM

 

Maio 7, 2008

A Vida é uma Viagem de Comboio? …

Arquivado como: Perspectivas, Reflexões — enfermped @ 7:56 pm

Ver, Ouvir e Reflectir … não custa nada …

Ou será que sim?…

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Abril 30, 2008

WEB Semântica & Ontologias [4]

Arquivado como: Leituras & Reflexões — alexsousa @ 9:52 am

Recuperamos textos que fazem parte do consórcio WC3 e que devem ser considerados aqui, como objecto de divulgação científica.

O que é uma ontologia?

Uma ontologia define os termos utilizados para descrever e representar uma área de conhecimento. Ontologias são utilizadas por pessoas, bases de dados e aplicações que necessitam de partilhar informação sobre um domínio (um domínio específico é apenas uma área temática ou área do conhecimento, como medicina, construção, fabricação de ferramenta, bens imobiliários, reparação automóvel, gestão financeira, etc.).

Ontologias incluem definições de conceitos básicos no domínio e relacionamentos entre eles (notemos que, aqui e em todo o documento, a definição não é utilizada no sentido técnico entendida pelos especialistas da lógica). As ontologias codificam o conhecimento sobre um domínio e conhecimento que cobre mais do que um domínio. Desta forma, elas fazem com que esse conhecimento seja reutilizável.

 

A palavra ontologia tem sido usada para descrever artefactos com diferentes graus de estrutura. Estas vão desde simples taxonomias (como hierarquia Yahoo), esquemas de metadados (como o Dublin Core), até às teorias lógicas. A Web Semântica precisa de ontologias com um grau significativo de estrutura. É necessário especificar descrições para os seguintes tipos de conceitos:

 

● Classes (aspectos gerais) em muitos domínios de interesse
● Relações que podem existir entre coisas
● Propriedades (ou atributos) que essas coisas podem ter


As ontologias são habitualmente expressas numa linguagem baseada na lógica, detalhadas, exactas, consistentes, de modo que possam ser feitas distinções significativas entre as classes, propriedades, e as relações. Algumas ferramentas usadas em ontologia podem executar raciocínio automatizado com o recurso a ontologias, e, assim, prestar serviços avançados para aplicações ditas inteligentes, tais como: pesquisa conceitual/semântica, desempenho de ‘software agents’, de apoio à decisão, compreensão da fala e linguagem natural, do conhecimento sobre gestão, bases de dados inteligentes, e comércio electrónico…

 

As ontologias são figura proeminente na Web Semântica emergente como uma forma de representar a semântica dos documentos, permitindo que a  semântica possa ser utilizada por aplicações web e agentes inteligentes. Ontologias podem revelar-se muito úteis para a comunidade como uma forma de estruturar e definir o significado de termos, os metadados, que são actualmente recolhidos e padronizados. Usando ontologias, as aplicações futuras podem vir a ser “inteligentes”, no sentido de que se possa trabalhar com mais precisão a um nível conceitual humano.

 

As ontologias são peças críticas para aplicações que pretendem pesquisar através de ou proceder à fusão de informações provenientes de diversas comunidades. Embora XML DTDs e esquemas XML sejam suficientes para a troca de dados entre as partes que tenham acordado previamente as definições, a sua falta de fiabilidade semântica impede as máquinas de realizar essa tarefa quando aparecem novos vocabulários XML. O mesmo termo pode ser usado com (por vezes subtil) significado diferente em contextos diferentes, e os diferentes termos podem ser utilizados para itens que têm o mesmo significado. RDF e RDF Schema têm vindo a começar uma abordagem a este problema, permitindo a uma semântica simples, ser associada com identificadores. Com RDF Schema, pode ser definida uma classe que pode ter várias subclasses e super classes, podendo ser definidas propriedades, que podem ter sub propriedades, domínios, e intervalos. Neste sentido, RDF Schema é uma simples linguagem ontologica. No entanto, para atingir interoperacionalidade entre numerosos, autonomamente desenvolvidos e geridos esquemas, são necessárias semânticas mais ricas. Por exemplo, RDF Schema não pode especificar que as classes Pessoa e Carro são disjuntas, ou que um quarteto de cordas tenha exactamente quatro músicos como membros.

Abril 25, 2008

Reflexões de AbRil …

Arquivado como: Leituras & Reflexões, Perspectivas — enfermped @ 9:21 am

“Quando recordo o 25 de Abril, salta-me à memória um desenho de João Abel Manta, representando um militar do MFA, em funções de cicerone, apresentando ao Zé Povinho as figuras do conhecimento - escritores, pensadores, artistas, políticos - a que os portugueses tinham pouco ou mesmo nenhum acesso até aquela data.
Foi esse Abril que me deu esperança. É esse Abril que nos visita muito entrecortadamente.
A Liberdade está aí. A Democracia também. Falta encontrar a excelência.”

Talvez a gente consiga.
Até breve.

José Teófilo Duarte

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Abril 24, 2008

PeRspectivas distoRcidas …

Arquivado como: Perspectivas — enfermped @ 8:22 pm

Coitado do miúdo…!!!

(não gosto da expressão, mas aqui deve ser adequada).

Os miúdos hoje em dia fartam-se de tudo… pois concerteza, não sabem dar o valor a nada, nada é conseguido com trabalho, com esforço… deve é estar farto de festas e festarolas, sabe lá ele o valor da LIBERDADE… Alguém lhe ENSINA ?

Como ontem foi o dia do livro, uma sugestão: Um bom blog para cuscar:Bibliotequices

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