Ontologias

Março 6, 2009

The cognitive part of “paradigm” that is not what it was

Filed under: Projectos — alexandre sousa @ 10:05 am

cmcmc2
From IHMC:
«I am researching project management of revolutionary paradigm changes in science and would like to hear from anyone interested in collaborating on a paper for presentation at the CmCmC on concept mapping cognitive frameworks in science as described by Anderson, Barker, and Chen.»
Esta foi a mensagem que recebi algures, já neste dealbar de 2009.

Volta não volta estou profundamente embrenhado (embora não pareça nem deva parecer) em projectos que exigem sobreposição de conhecimentos (práticas) do desenvolvimento de novos produtos, nomeadamente tecnologia das Ontologias. IHMC, IKERLAN e o Stanford Center for Biomedical Informatics Research são sítios com os quais colaboro periodicamente, comprometidamente, a partir do meu «zulo» situado em Zarautz.
Assentes que estão os apartes – para que conste – regressemos à meada, dando-lhe algum fio.
The Cognitive Structure of Scientific Revolutions
Livro escrito por Hanne Andersen e companheiros, com ponto de partida no trabalho didáctico, de investigação, e porque não de ampliação, da Hanne sobre a obra polémica «The Structure of Scientific Revolutions – (1962) T. S. Kuhn» em que este físico/filosofo ou filosofo/físico, argumenta em torno de uma ideia gira, segundo a qual a história das ciências naturais tem sido marcada por crises periódicas, sempre que o “paradigma” dominante é alterado, abandonado, rejeitado, sendo substituído por um novo paradigma.
Hanne e os seus colegas, procuram rectificar a situação de marginal, a que muitos grupos de filosofia da ciência votaram o pensamento de Kuhn, trabalhando de novo algumas ideias, nomeadamente a colocação da ênfase no conteúdo cognitivo da ciência. É aqui que entra a proposta do IHMC, abrindo uma janela de oportunidades a quem trabalha «mapas cognitivos» e «ontologias», tudo isto, observado pelo lado das ferramentas computacionais.

Depois, e muito antes do martelo e do ferro de soldar, vai ser preciso (digo eu) conceptualizar a abordagem teórica de um modelo para a compreensão da natureza das teorias científicas, identificar e sugerir uma estrutura para as famílias de modelos.
Usando exemplos de modelos teóricos, podemos mostrar que as famílias de modelos são passíveis de ser “mapeadas”. Estas estruturas devem ser convertidas e trabalhadas em promessas de implicações importantes para o modo como as teorias científicas são aprendidas e utilizadas na prática científica actual.

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